quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Tudo acaba...

Tá aí... 2010 acabando e aposto que como eu, você nem sentiu. Muitas descobertas, muitas alegrias, decepções, conquistas... em um ano, a gente vive tanta coisa que nem lembra, e umas outras, questões de esquecer. Mais um ano que passa e leva consigo tudo o que fizemos. Resta muita lembrança... de um abraço, de uma visão, de um beijo, de um momento. O meu 2010 não foi dos melhores, confesso. Mas de tudo, não foi em vão. Tive o melhor aniversario de 21 anos! Descobri quem eu tenho por perto, só fiz merda na faculdade, conheci um alguém maravilhoso. Enfim, acabando em dois dias...

O que esperamos pra 2011? Muitas alegrias, conquistas, paz, juízo, saúde. SAÚDE. O resto a gente corre atrás. Quero começar a fazer muito mais por mim! Fazer com o que estiver a minha volta ter mais cor, mais vida! Quero um ano cheio de vida! Sim! Pra mim, pra você, pra tooodo mundo! Sem egoísmos! Hahaha

Que os verdadeiros permaneçam, que os falsos tropecem e aprendam... que nossos corações estejam repletos de compaixão e misericórdia!

Feliz 2011!

O sorriso é o teu melhor aliado. Esconde as tristezas,
traz mais sorrisos pra você e quando menos perceber,
ele está estampado no seu rosto sem motivos aparentes.
Sorrir é ganhar sorrisos em troca e fazer o próximo dar um sorriso
a outros, mesmo que ele nem os conheça, mesmo que essa nao seja a intenção.
Gaste seu tempo sorrindo mais.

*

Encontre a felicidade em si,
para poder buscar em outros.
Sinta-se capaz antes
para poder realizar sem medo.
Acima de qualquer coisa, ame-se
para poder dizer que você ama alguém.

*


Beijos, Livia Gullo.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Sumi...

porque só faço besteira em sua presença, fico mudo quando deveria verbalizar, digo um absurdo atrás do outro quando melhor seria silenciar, faço brincadeiras de mau gosto e sofro antes, durante e depois de te encontrar. Sumi porque não há futuro e isso não é o mais difícil de lidar, pior é não ter presente e o passado ser mais fluido que o ar. Sumi porque não há o que se possa resgatar, meu sumiço é covarde mas atento, meio fajuto meio autêntico, sumi porque sumir é um jogo de paciência, ausentar-se é risco e sapiência, pareço desinteressado, mas sumi para estar para sempre do seu lado, a saudade fará mais por nós dois que nosso amor e sua desajeitada e irrefletida permanência.

Martha Medeiros

Talvez esse texto da Martha justifique o porque de eu sempre ter fugido de todo mundo,
mesmo quando a vontade era querer estar junto.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Interessantíssimo.

Recebi isso de um email, achei muito interessante.
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MARIDO RICO

Saiu no Financial Times (maior jornal sobre economia do mundo).

Uma moça escreveu um email para o jornal pedindo dicas sobre "como arrumar um marido rico".

Contudo, mais inacreditável que o "pedido" da moça, foi a disposição de um rapaz que, muito inspirado, respondeu à mensagem, de forma muito bem fundamentada.

Sensacional!

E-mail da MOÇA:

"Sou uma garota linda (maravilhosamente linda) de 25 anos.
Sou bem articulada e tenho classe.
Estou querendo me casar com alguém que ganhe no mínimo meio milhão de dólares por ano.

Tem algum homem que ganhe 500 mil ou mais neste jornal, ou alguma mulher casada com alguém que ganhe isso e que possa me dar algumas dicas?

Já namorei homens que ganham por volta de 200 a 250 mil, mas não consigo passar disso. E 250 mil por ano não vão me fazer morar em Central Park West.

Conheço uma mulher (da minha aula de ioga) que casou com um banqueiro e vive em Tribeca! E ela não é tão bonita quanto eu, nem é inteligente.

Então, o que ela fez que eu não fiz? Qual a estratégia correta? Como eu chego ao nível dela? (Raphaella S.)"

Resposta do editor do jornal:

"Li sua consulta com grande interesse, pensei cuidadosamente no seu caso e fiz uma análise da situação.

Primeiramente, eu ganho mais de 500 mil por ano. Portanto, não estou tomando o seu tempo a toa...

Isto posto, considero os fatos da seguinte forma: Visto da perspectiva de um homem como eu (que tenho os requisitos que você procura), o que você oferece é simplesmente um péssimo negócio.

Eis o porquê: deixando as firulas de lado, o que você sugere é uma negociação simples, proposta clara, sem entrelinhas:
Você entra com sua beleza física e eu entro com o dinheiro.

Mas tem um problema.

Com toda certeza, com o tempo a sua beleza vai diminuir e um dia acabar, ao contrário do meu dinheiro que, com o tempo, continuará aumentando.

Assim, em termos econômicos, você é um ativo sofrendo depreciação e eu sou um ativo rendendo dividendos. E você não somente sofre depreciação, mas sofre uma depreciação progressiva, ou seja, sempre aumenta!

Explicando, você tem 25 anos hoje e deve continuar linda pelos próximos 5 ou 10 anos, mas sempre um pouco menos a cada ano.
E no futuro, quando você se comparar com uma foto de hoje, verá que virou um caco.

Isto é, hoje você está em 'alta', na época ideal de ser vendida, mas não de ser comprada.
Usando o linguajar de Wall Street , quem a tiver hoje deve mantê-la como 'trading position' (posição para comercializar) e não como 'buy and hold' (compre e retenha), que é para o quê você se oferece...

Portanto, ainda em termos comerciais, casar (que é um 'buy and hold') com você não é um bom negócio a médio/longo prazo! Mas alugá-la, sim!
Assim, em termos sociais, um negócio razoável a se cogitar é namorar.

Cogitar... Mas, já cogitando, e para certificar-me do quão 'articulada, com classe e maravilhosamente linda' seja você, eu, na condição de provável futuro locatário dessa 'máquina', quero tão somente o que é de praxe: fazer um 'test drive' antes de fechar o negócio... podemos marcar?"

(Philip Stephens, associate editor of the Financial Times - USA)



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Ou seja, é muito claro! Homens realmente procuram mais a beleza das mulheres sempre!
Mas eles esquecem que ficam velhos, barrigudos e INSUPORTÁVEIS, tão quanto
nós ficamos velhas. E ainda temos que aturar isso...
Muito mais do que justo abusarmos do dinheiro deles, nao?!
HAUISHIUAHSIUAHISUHAIUSHAIUHS'



quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Não há nada que possamos fazer qnd sentimos um aperto no peito, chamado saudade. Não há nada que possamos fazer quando a gente ganha essa “dor”. É a dor da perda, mesmo que não tenhamos perdido assim, pra morte. Você pode estar feliz com mil coisas, mas tem sempre uma que faz a diferença, que te completaria mais. As que te trazem o sorriso diário, as brigas idiotas, mas que te fazem feliz, prq te entendem e te conhecem do jeito que vc é, e não te mudaria em nada, senão, não permaneceriam na sua vida por muito tempo. As decepções sempre ocorrem na vida, isso é inevitável. Mas nós as cativamos, assim como cativamos as felicidades. A alma só esta em paz quando se está feliz. Posso dizer que não foi o meu melhor ano, e que estou feliz, mas não por completo. Não sei se perdi a pessoa que eu amo muito, a qual eu chamava de Irma e corria sempre quando nada dava certo pra mim. Não sei, é uma incógnita. Mas se perdi, posso afirmar que, tudo que passamos foi único, gratificante, divertido, umas coisas decepcionantes, mas tudo passado por cima em algum momento, prq qm ama, perdoa, fecha os olhos e não deixa de se entregar dia após dia. Renovação. Sentada aqui, parei pra perceber quantas pessoas novas eu conheci, quantas experiências eu vivi, tudo ao lado da sempre mesma amiga. Só não entendo a parte que ela deixou de ser a amiga. Não existem amizades eternas, não vivo num filme. Mas digo com um leve sorriso no rosto e os olhos cheios d’água que, as amizades que eu julgava verdadeiras me fizeram muito feliz, abriram meus olhos pra muitas coisas. Não, não me interessaria viver num filme, prq decepções ajudam a crescer. Mas agora não está ajudando... sentimento de perda é ruim. Mesmo que eu saiba que tenho mais dez outras pessoas pra contar, era aquela que eu queria do lado. Já aconteceu de eu me decepcionar uma vez, não seria a segunda, nem vai ser a ultima. Mas isso, com certeza, não é gratificante. Vou vivendo dia após dia tentando descobrir o que faz as pessoas se distanciarem, o que faz as pessoas cometerem erros estúpidos, e principalmente, o que leva as pessoas a simplesmente esquecerem mil e um momentos “únicos” e pesarem sempre o único momento de raiva.